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Atracto: atração pela produção de conteúdo relevante

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Atracto: atração pela produção de conteúdo relevante

Ah, a internet! Hoje em dia, nessa “terra de ninguém” tudo vale por uns seguidores a mais. Tudo vale para tentar viralizar. Tudo vale pela atração. Tudo vale na produção de conteúdo. Vale inventar currículo. Vale mentir de leve — ou nem tão de leve assim. Vale prometer e não entregar. Ah, vale fake news. Vale fingir que informa, para fingir que leva resultado, para fingir que fez o que estava acordado no contrato com o cliente.

Será que vale mesmo?

Para nós, não. Obviamente, não! E sabe por quê? Porque ética não é negociável. E quando tratamos de comunicação tratamos do nome de quem está assinando aquilo. Tratamos de reputação e credibilidade. Seja um texto de blog, um vídeo, uma arte… precisamos manter o foco na produção de conteúdo relevante. A atração só vem assim. Só.

Mas você sabe o motivo que leva as pessoas, as agências, as empresas, num geral, não produzirem algo que realmente valha a pena ler? A necessidade de se informar! De pesquisar! De achar fonte! De ir além do “mundinho Google”. Afinal, isso dá um trabalhão. Precisa ser expert na parada. Precisa se dedicar à produção. Não basta uma meia dúzia de “control c” e “control v”, pegando um pouco aqui e um pouco ali. Não! É preciso pensar.

Quem quer criar deve botar o cérebro pra funcionar. E eu li esses dias que 20% da energia do corpo vai direto para manter nosso cérebro em funcionamento. Ou seja, pensar cansa. E muitas pessoas têm preguiça. “Nossa, Lucas, mas você tá chamando o povo de preguiçoso?” Sim! Não que seja algo generalizado, mas você há de concordar comigo que é isso que rolado por aí, não é?!

Vaza, copy!

Ah, e quando falamos de cérebro, vem o tal do texto “cheio de copy”. Já ouviu esse termo? Agora é assim: você escreve e alguém vem dizer sobre “a copy que você usou”. “Copy” de “copywriting”. Eu olho a estrutura. O conteúdo. A informação. E, É ÓBVIO, se está atrativo. Mas vou ser muito sincero: os textos que leio daqueles que dizem escrever nesse novo modelo não me levam mais longe que o parágrafo inicial.

Porque, no fim das contas, não adianta vir com esse papo de “copy”, de histórias que parecem bem contadas, mas que tem apenas muita emoção, em

linhas

quebradas

Com Palavras Que Sempre Começam Com Letra Maiúscula

E Que, Olha… “Eu Também Vivi Isso”…

E bla, bla bla!

Chega disso, né? Sou jornalista há mais de 10 anos. Melhor: sou um contador de histórias há quase 30. E sempre optei por contar as verdadeiras, as relevantes, as que, pela essência, atraem. Ponto.

Dá pra usar PNL? Dá. Dá pra usar gatilhos mentais? Dá. Dá pra usar neuromarketing? Dá. Mas, acima e à frente disso tudo está a necessidade de informar, de contar uma belíssima história que faça realmente o tempo do leitor valer à pena.

E por falar em tempo, como esse tem sido escasso hoje em dia, não é?! E por isso não é nada justo usurpar o tempo dos outros apenas fingindo que estou levando algo que pode, realmente, mudar a vida do leitor. Eu preciso estar 100% certo disso.

A produção de conteúdo da Atracto

E quando a Atracto nasceu e nós começamos a nossa produção de conteúdo, sempre foi premissa básica a realização de algo relevante, informativo, bem escrito, e que, claro, leve resultado aos que apostam em nós e aos que nos leem.

Pra nós, isso basta!

E isso tudo é tão real que nossos clientes têm tido resultados incríveis por meio da produção de conteúdo que fazemos, sendo citados internet afora, inclusive por sites que, à priori, queriam cobrar para que a gente aparecesse lá.

Estamos
Emplacando
Com Textos Que Não Precisam De Apelação
Já Que Apostamos Na Real Informação!

Eu poderia descrever alguns casos aqui, mas deixarei para outro texto, de outro dia, afinal, não quero roubar mais o seu tempo. Queria apenas dizer que, se você precisa de um conteúdo relevante que mude o seu patamar, é só falar com nosso time.

Afinal, nascemos para atrair… e atrair com conteúdo relevante!





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